Presos numa gruta

Presos numa gruta

Presos na gruta, têm captado a atenção de quase toda a gente. Crianças. Jovens…
Impossível não sentirmos o coração apertado. E se fossem as “nossas crianças”? Como se comportariam?

Que tipo de crianças estamos a educar? Pensando nas situações mais difíceis, que competências queremos desenvolver? E essas competências serão úteis, mesmo que a vida não jogue uma situação limite e/ou trágica?

A “visão psicológica” do assunto interessa-me. Por exemplo, a ideia -mais do que provável, devido ao trajeto de vida do treinador- de estarem a usar algum tipo de meditação para aguentar as condições difíceis (dificílimas!) em que se encontram, leva-me a refletir sobre competências…

Óbvio: Não queremos que os nossas caiam em situações perigosas;

Facto: Mesmo havendo cuidado e atenção, imponderáveis acontecem;

Meta e Razões: Preparar as nossas crianças o melhor possível, com atenção ao autocontrole e ao autoconhecimento, por exemplo, é também dar-lhes mais ferramentas para superar uma situação limite que possa ocorrer.

Que tipo de crianças estamos a educar? Pensando nas situações mais difíceis, que competências queremos desenvolver? E essas competências serão úteis, mesmo que a vida não jogue uma situação limite e/ou trágica?

Acredito que sim

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