Aprendizagens Essenciais – Cidadania e Desenvolvimento Brilhantes

AO CUIDADO DO PROFESSOR DE CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO
Aprendizagens Essenciais – Cidadania e Desenvolvimento Brilhantes
10 ANOS A LEVAR DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS ÀS ESCOLAS
DE TODO O PAÍS -Tel. 21 395 16 59
info@mundobrilhante.com / www.mundobrilhante.com
Cidadania & Desenvolvimento Brilhantes©
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS

Vantagens
• Adaptadas aos níveis de ensino/turmas;
• 45/50 minutos de duração por turma;
• Dinamizadas por Psicólogos Educacionais com mais de 10 anos de experiência;
• Apenas 2 euros por aluno;
• Deslocação à escola e todas as despesas incluídas;
• Uma, duas ou três turmas em simultâneo, de acordo com as vossas necessidades;

Cidadania & Desenvolvimento Brilhantes©
APRENDIZAGENS ESSENCIAIS
Temas à escolha:

• DIREITOS HUMANOS – O que te Falta Saber sobre D.H. Preparado? Uma viagem surpreendente.
• EDUCAÇÃO AMBIENTAL – O Aquecimento Global Explicado aos Jovens. Não fiques de fora.
• SAÚDE – Maiores Mitos e Verdades. Tratas-te bem? Corpo e Alma para o século XXI
• SEXUALIDADE – Sexualidade, um Mundo de Questões. Reflete sobre as Mais Importantes…ninguém sabe tudo.
• MEDIA – Não te Deixes Enganar. Truques, Mitos, Manipulação…acorda. Acorda!
• EMPREENDEDORISMO – Os 7 Hábitos do Empreendedor do Futuro, Apresentados aos Alunos.
• PENSAMENTO CRIATIVO – Truques (científicos) para Desenvolveres Pensamento Criativo.
• RELACIONAMENTO INTERPESSOAL – Como Fazer Apresentações Orais Perfeitas.

In Programa de Português do Ensino Básico
“Enquanto contexto promotor de cultura a escola deverá criar oportunidades de aprendizagem através de um conjunto de acções que possibilitem a todos os alunos o acesso aos bens culturais. Quer saindo da escola para visitas a museus, exposições e bibliotecas, idas ao teatro e a outros espectáculos de natureza cultural, quer fazendo acontecer dentro da escola eventos significativos e enriquecedores neste domínio com o envolvimento da comunidade, a escola estará a contribuir decisivamente para esbater dificuldades no acesso à cultura e a contribuir para a construção de referências culturais partilhadas.”

Por favor não hesite em colocar alguma questão, dúvida ou desafio!
Aguardando o seu telefonema para agendarmos uma visita à sua escola.
Teresa Bernardo – Coordenação (Tlm 914 566 848)

  • Aprendizagens Essenciais – Cidadania e Desenvolvimento Brilhantes
  • COMO CONSTA DOS DOCUMENTOS OFICIAIS:

    “ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO
    CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO
    ENQUADRAMENTO
    A relação entre o indivíduo e o mundo que o rodeia, construída numa dinâmica constante com os espaços físico, social,
    histórico e cultural, coloca à escola o desafio de assegurar a preparação dos alunos para as múltiplas exigências da sociedade
    contemporânea.
    A complexidade e a acelerada transformação que caracterizam a atualidade conduzem, assim, à necessidade do
    desenvolvimento de
    ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO | CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO
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    46/86 de 14 de outubro), ao estabelecer-se que o sistema educativo deverá ser organizado de modo a contribuir para a
    realização dos alunos, através do pleno desenvolvimento da sua personalidade, atitudes e sentido de cidadania. Deste modo,
    os alunos são preparados para uma reflexão consciente sobre os valores espirituais, estéticos, morais e cívicos, no sentido de
    assegurar o seu desenvolvimento cívico equilibrado.
    Para a redefinição da educação para a cidadania, foi constituído um Grupo de Trabalho, com a missão de conceber uma
    Estratégia de Educação para a Cidadania (cf. Despacho n.º 6173/2016, de 10 de maio), a implementar nas escolas, que integra
    um conjunto de competências e conhecimentos próprios desta área, em convergência com o Perfil dos Alunos à Saída da
    Escolaridade Obrigatória e com as Aprendizagens Essenciais.
    Os Princípios, as Áreas de Competência e os Valores definidos no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória
    confluem para a formação do indivíduo como cidadão participativo, iniciando o caminho do exercício da cidadania ao longo da
    vida. Por sua vez, as Aprendizagens Essenciais elencam os conhecimentos, as capacidades e as atitudes a desenvolver por
    todos os alunos, conducentes ao desenvolvimento das competências inscritas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade
    obrigatória (PA), no quadro de um processo de promoção da autonomia e flexibilidade curricular.
    Visando a construção sólida da formação humanística dos alunos, para que assumam a sua cidadania garantindo o respeito
    pelos valores democráticos básicos e pelos direitos humanos, tanto a nível individual como social, a educação constitui-se
    como uma ferramenta vital. Deste modo, na Cidadania e Desenvolvimento (CD) os professores têm como missão preparar os
    alunos para a vida, para serem cidadãos democráticos, participativos e humanistas, numa época de diversidade social e
    cultural crescente, no sentido de promover a tolerância e a não discriminação, bem como de suprimir os radicalismos
    violentos.
    A formação humanista dos professores é, pois, fundamental para o desenvolvimento da CD, porquanto facilita a interligação
    entre as aprendizagens das disciplinas e os domínios a serem abordados nesta componente do currículo. Paralelamente,
    ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO | CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO
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    poderão ser tidos em consideração outros fatores relativamente aos professores: formação na área da cidadania, motivação
    para abordagem desta área e para a utilização de metodologias de projeto e experiência na coordenação de equipas
    pedagógicas.
    OPERACIONALIZAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR
    A Educação para a Cidadania consubstancia-se na componente de currículo Cidadania e Desenvolvimento (CD) que integra as
    matrizes de todos os anos de escolaridade, do ensino básico e do ensino secundário, incluída nas Ciências Sociais e Humanas.
    No 1.º ciclo do ensino básico, a CD é uma área de natureza transdisciplinar, potenciada pela dimensão globalizante do ensino
    neste ciclo. Nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico a CD, enquanto disciplina, pode funcionar numa organização semestral, anual
    ou outra. Nos cursos de educação e formação de jovens de nível básico e no ensino secundário, a componente de formação de
    Cidadania e Desenvolvimento é desenvolvida com o contributo de todas as disciplinas constantes nas matrizes curricularesbase
    (cf. artigo 10.º do anexo ao Despacho n.º 5908/2017, de 5 de julho).
    O modelo proposto de operacionalização prevê, deste modo, três vertentes de desenvolvimento desta componente, a saber:
    • Transversalmente na gestão curricular disciplinar e multidisciplinar (toda a escolaridade);
    • Especificamente na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento (2.º e 3.º ciclo EB);
    • Globalmente em projetos de escola (toda a escolaridade).
    No âmbito da CD, consideram-se aprendizagens esperadas por ciclo e por domínios:
    • Conceção de cidadania ativa;
    • Identificação de
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    • Identificação de domínios essenciais (ex. Interculturalidade, direitos humanos, igualdade de género,
    sustentabilidade, media, saúde) – em toda a escolaridade.
    Os domínios a desenvolver na componente de CD organizam-se em três grupos com implicações diferenciadas, do seguinte
    modo:
    1.º Grupo – Obrigatório para todos os níveis e ciclos de escolaridade (porque se trata de áreas transversais e longitudinais)
    • Direitos Humanos
    • Igualdade de Género
    • Interculturalidade
    • Desenvolvimento Sustentável
    • Educação Ambiental
    • Saúde
    2.º Grupo – Trabalhado pelo menos em dois ciclos do ensino básico
    • Sexualidade
    • Media
    • Instituições e participação democrática
    • Literacia financeira e educação para o consumo
    • Segurança rodoviária
    3.º Grupo – Com aplicação opcional em qualquer ano de escolaridade
    • Empreendedorismo
    • Mundo do Trabalho
    • Risco
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    • Segurança, Defesa e Paz
    • Bem-estar animal
    • Voluntariado
    • Outras, de acordo com as necessidades de educação para a cidadania diagnosticadas pela escola
    O desenvolvimento desta componente deve ser consolidado, de modo que as crianças e jovens, ao longo dos diferentes ciclos,
    experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania, em várias vertentes. Os referenciais de educação
    elaborados pelo Ministério da Educação, em colaboração com outros organismos e instituições públicas e diversos parceiros da
    sociedade civil, assumem-se como documentos de referência para os domínios a desenvolver na CD, não se constituindo como
    guias ou programas prescritivos, mas instrumentos que, no âmbito da autonomia de cada estabelecimento de ensino, podem
    ser utilizados e adaptados em função das opções a definir em cada contexto, enquadrando as práticas a desenvolver.
    A componente de CD, em todos os níveis e ciclos de ensino, é objeto de avaliação, em conformidade com a sua presença nas
    matrizes curriculares-base e no quadro da legislação em vigor.
    Os critérios de avaliação para a componente de Cidadania e Desenvolvimento são definidos pelo Conselho de Turma e pela
    escola, e validados pelo Conselho Pedagógico, devendo considerar-se o impacto da participação dos alunos nas atividades
    realizadas na escola e na comunidade.
    A avaliação interna das aprendizagens no âmbito da componente de CD, à semelhança das restantes disciplinas, é da
    responsabilidade dos professores e dos órgãos de administração e gestão, de coordenação e supervisão pedagógica da escola,
    a quem competirá os procedimentos adequados a cada um dos modos de organização e funcionamento da referida
    componente.
    Tendo em conta as características desta componente, a avaliação deverá ter lugar de forma contínua e sistemática, adaptada
    aos avaliados, às atividades e aos contextos em que ocorre. Assim, as formas de recolha de informação deverão ser
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    diversificadas e devem ser utilizadas diferentes técnicas e instrumentos de avaliação, valorizando o desenvolvimento das
    atividades.
    No 1.º ciclo do ensino básico, a avaliação na componente de CD é da responsabilidade do professor titular. Nos 2.º e 3.º ciclos
    do ensino básico a avaliação na disciplina de CD é proposta pelo professor da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e é da
    responsabilidade do Conselho de Turma.
    No caso dos cursos de educação e formação de jovens de nível básico e do ensino secundário, a avaliação de CD é proposta
    por todos os professores da turma e é da responsabilidade do Conselho de Turma e é tida em conta no cálculo da média final.
    A presença mais acentuada da cidadania na educação configura, assim, a intenção de assegurar «um conjunto de direitos e
    deveres que devem ser veiculados na formação das crianças e jovens portugueses de modo que no futuro sejam adultos e
    adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito
    pelos Direitos Humanos e a valorização de valores e conceitos de cidadania nacional» (cf. Preâmbulo do Despacho n.º
    6173/2016, de 10 de maio).
    A componente de Cidadania e Desenvolvimento visa contribuir para o desenvolvimento de atitudes e comportamentos, de
    diálogo e no respeito pelos outros, alicerçando modos de estar em sociedade que tenham como referência os direitos
    humanos, nomeadamente os valores da igualdade, da democracia e da justiça social.ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO
    CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO
    ENQUADRAMENTO
    A relação entre o indivíduo e o mundo que o rodeia, construída numa dinâmica constante com os espaços físico, social,
    histórico e cultural, coloca à escola o desafio de assegurar a preparação dos alunos para as múltiplas exigências da sociedade
    contemporânea.
    A complexidade e a acelerada transformação que caracterizam a atualidade conduzem, assim, à necessidade do
    desenvolvimento de
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    46/86 de 14 de outubro), ao estabelecer-se que o sistema educativo deverá ser organizado de modo a contribuir para a
    realização dos alunos, através do pleno desenvolvimento da sua personalidade, atitudes e sentido de cidadania. Deste modo,
    os alunos são preparados para uma reflexão consciente sobre os valores espirituais, estéticos, morais e cívicos, no sentido de
    assegurar o seu desenvolvimento cívico equilibrado.
    Para a redefinição da educação para a cidadania, foi constituído um Grupo de Trabalho, com a missão de conceber uma
    Estratégia de Educação para a Cidadania (cf. Despacho n.º 6173/2016, de 10 de maio), a implementar nas escolas, que integra
    um conjunto de competências e conhecimentos próprios desta área, em convergência com o Perfil dos Alunos à Saída da
    Escolaridade Obrigatória e com as Aprendizagens Essenciais.
    Os Princípios, as Áreas de Competência e os Valores definidos no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória
    confluem para a formação do indivíduo como cidadão participativo, iniciando o caminho do exercício da cidadania ao longo da
    vida. Por sua vez, as Aprendizagens Essenciais elencam os conhecimentos, as capacidades e as atitudes a desenvolver por
    todos os alunos, conducentes ao desenvolvimento das competências inscritas no Perfil dos alunos à saída da escolaridade
    obrigatória (PA), no quadro de um processo de promoção da autonomia e flexibilidade curricular.
    Visando a construção sólida da formação humanística dos alunos, para que assumam a sua cidadania garantindo o respeito
    pelos valores democráticos básicos e pelos direitos humanos, tanto a nível individual como social, a educação constitui-se
    como uma ferramenta vital. Deste modo, na Cidadania e Desenvolvimento (CD) os professores têm como missão preparar os
    alunos para a vida, para serem cidadãos democráticos, participativos e humanistas, numa época de diversidade social e
    cultural crescente, no sentido de promover a tolerância e a não discriminação, bem como de suprimir os radicalismos
    violentos.
    A formação humanista dos professores é, pois, fundamental para o desenvolvimento da CD, porquanto facilita a interligação
    entre as aprendizagens das disciplinas e os domínios a serem abordados nesta componente do currículo. Paralelamente,
    ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO | CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO
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    poderão ser tidos em consideração outros fatores relativamente aos professores: formação na área da cidadania, motivação
    para abordagem desta área e para a utilização de metodologias de projeto e experiência na coordenação de equipas
    pedagógicas.
    OPERACIONALIZAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR
    A Educação para a Cidadania consubstancia-se na componente de currículo Cidadania e Desenvolvimento (CD) que integra as
    matrizes de todos os anos de escolaridade, do ensino básico e do ensino secundário, incluída nas Ciências Sociais e Humanas.
    No 1.º ciclo do ensino básico, a CD é uma área de natureza transdisciplinar, potenciada pela dimensão globalizante do ensino
    neste ciclo. Nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico a CD, enquanto disciplina, pode funcionar numa organização semestral, anual
    ou outra. Nos cursos de educação e formação de jovens de nível básico e no ensino secundário, a componente de formação de
    Cidadania e Desenvolvimento é desenvolvida com o contributo de todas as disciplinas constantes nas matrizes curricularesbase
    (cf. artigo 10.º do anexo ao Despacho n.º 5908/2017, de 5 de julho).
    O modelo proposto de operacionalização prevê, deste modo, três vertentes de desenvolvimento desta componente, a saber:
    • Transversalmente na gestão curricular disciplinar e multidisciplinar (toda a escolaridade);
    • Especificamente na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento (2.º e 3.º ciclo EB);
    • Globalmente em projetos de escola (toda a escolaridade).
    No âmbito da CD, consideram-se aprendizagens esperadas por ciclo e por domínios:
    • Conceção de cidadania ativa;
    • Identificação de
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    • Identificação de domínios essenciais (ex. Interculturalidade, direitos humanos, igualdade de género,
    sustentabilidade, media, saúde) – em toda a escolaridade.
    Os domínios a desenvolver na componente de CD organizam-se em três grupos com implicações diferenciadas, do seguinte
    modo:
    1.º Grupo – Obrigatório para todos os níveis e ciclos de escolaridade (porque se trata de áreas transversais e longitudinais)
    • Direitos Humanos
    • Igualdade de Género
    • Interculturalidade
    • Desenvolvimento Sustentável
    • Educação Ambiental
    • Saúde
    2.º Grupo – Trabalhado pelo menos em dois ciclos do ensino básico
    • Sexualidade
    • Media
    • Instituições e participação democrática
    • Literacia financeira e educação para o consumo
    • Segurança rodoviária
    3.º Grupo – Com aplicação opcional em qualquer ano de escolaridade
    • Empreendedorismo
    • Mundo do Trabalho
    • Risco
    ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO | CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO
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    • Segurança, Defesa e Paz
    • Bem-estar animal
    • Voluntariado
    • Outras, de acordo com as necessidades de educação para a cidadania diagnosticadas pela escola
    O desenvolvimento desta componente deve ser consolidado, de modo que as crianças e jovens, ao longo dos diferentes ciclos,
    experienciem e adquiram competências e conhecimentos de cidadania, em várias vertentes. Os referenciais de educação
    elaborados pelo Ministério da Educação, em colaboração com outros organismos e instituições públicas e diversos parceiros da
    sociedade civil, assumem-se como documentos de referência para os domínios a desenvolver na CD, não se constituindo como
    guias ou programas prescritivos, mas instrumentos que, no âmbito da autonomia de cada estabelecimento de ensino, podem
    ser utilizados e adaptados em função das opções a definir em cada contexto, enquadrando as práticas a desenvolver.
    A componente de CD, em todos os níveis e ciclos de ensino, é objeto de avaliação, em conformidade com a sua presença nas
    matrizes curriculares-base e no quadro da legislação em vigor.
    Os critérios de avaliação para a componente de Cidadania e Desenvolvimento são definidos pelo Conselho de Turma e pela
    escola, e validados pelo Conselho Pedagógico, devendo considerar-se o impacto da participação dos alunos nas atividades
    realizadas na escola e na comunidade.
    A avaliação interna das aprendizagens no âmbito da componente de CD, à semelhança das restantes disciplinas, é da
    responsabilidade dos professores e dos órgãos de administração e gestão, de coordenação e supervisão pedagógica da escola,
    a quem competirá os procedimentos adequados a cada um dos modos de organização e funcionamento da referida
    componente.
    Tendo em conta as características desta componente, a avaliação deverá ter lugar de forma contínua e sistemática, adaptada
    aos avaliados, às atividades e aos contextos em que ocorre. Assim, as formas de recolha de informação deverão ser
    ENSINO BÁSICO E ENSINO SECUNDÁRIO | CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO
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    diversificadas e devem ser utilizadas diferentes técnicas e instrumentos de avaliação, valorizando o desenvolvimento das
    atividades.
    No 1.º ciclo do ensino básico, a avaliação na componente de CD é da responsabilidade do professor titular. Nos 2.º e 3.º ciclos
    do ensino básico a avaliação na disciplina de CD é proposta pelo professor da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e é da
    responsabilidade do Conselho de Turma.
    No caso dos cursos de educação e formação de jovens de nível básico e do ensino secundário, a avaliação de CD é proposta
    por todos os professores da turma e é da responsabilidade do Conselho de Turma e é tida em conta no cálculo da média final.
    A presença mais acentuada da cidadania na educação configura, assim, a intenção de assegurar «um conjunto de direitos e
    deveres que devem ser veiculados na formação das crianças e jovens portugueses de modo que no futuro sejam adultos e
    adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito
    pelos Direitos Humanos e a valorização de valores e conceitos de cidadania nacional» (cf. Preâmbulo do Despacho n.º
    6173/2016, de 10 de maio).
    A componente de Cidadania e Desenvolvimento visa contribuir para o desenvolvimento de atitudes e comportamentos, de
    diálogo e no respeito pelos outros, alicerçando modos de estar em sociedade que tenham como referência os direitos
    humanos, nomeadamente os valores da igualdade, da democracia e da justiça social.

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